6 Novembro , 2009

Eu não gosto que mexam nas minhas coisas. Vocês gostam? Duvido que alguém goste. Ainda mais quando os xeretas são nossos pais. Dependendo do que eles encontram, isso pode foder a nossa vida por um bom tempo.
É exatamente por isso que na adolescência nós aprendemos a não deixar pistas. Muitos são burros e nunca aprendem. Mas se quiser sobreviver, você precisa ser bom nisso.
A todos eu sempre aparentei ser um rapaz direito. É lógico que a verdade não é essa, mas o disfarce sempre funcionou muito bem. Meus pais confiam em mim e têm certeza absoluta de que não bebo, não fumo, não uso drogas e não ando com más companhias. E essas coisas são verdade! Só que fazem parte do disfarce. O que significa que o que eu faço é pior que drogas. hehehe
Bem, voltando ao tema invasão de privacidade.
Aconteceu que domingo eu acordei com a minha mãe apertando meu pescoço. Ela disse que só queria me acordar mesmo. Também disse que na noite anterior meu pai não tinha o que fazer e começou a mexer nas minhas gavetas, usando como desculpa que ia consertar uma delas que estava torta.
Ela disse que ele deve ter encontrado alguma coisa horrível, pois ele mandou ela pro inferno quando ela perguntou o que eu tinha feito.
Gelei, é claro. O que poderia ser? Eu sou tão cauteloso, pensei, tão metódico, beirando o profissionalismo.
Ela interrompeu meus pensamentos me perguntando se eu usava drogas.
Eu fiquei indignado. Não por ela pensar isso de mim, mas por subestimar a minha inteligência ao achar que eu esconderia drogas na gaveta do meu quarto…
A cara dela estava acabada, nem havia dormido direito. O que me deu mais ansiedade ainda.
Só que eu não conseguia pensar em nada que eu poderia ter feito de errado. Todas as porcarias que continham na gaveta faziam parte do “projeto”.
Para os pais o disfarce tem que ser mais complexo. Não se pode tentar parecer perfeito. A perfeição não existe e por isso vão perceber que é puro fingimento e que “aí tem coisa”, entendem?
Temos que “deixar escapar” alguma coisa. E é por isso que na gaveta só continha filmes pornográficos, tickets de drive-in que eu coleciono como souvenirs das putarias e várias camisinhas. Tudo deliberadamente aparentando estar escondido embaixo de papéis, mas para ser encontrado. Assim meu pai me considera um fodedor e minha mãe me considera um pervertido sexual, o que é perfeitamente normal para um adolescente. ISSO é perfeito.
Cansei de esperar e me remoer e fui ter uma conversa com meu pai. Eu estava visivelmente indignado pela falta de confiança da parte dele.
Como de costume ele estava na cadeira da cozinha lendo jornal, de costas para a porta. Eu cheguei, tocando seu ombro e já perguntando:
- Pai, você não confia em mim?
Ele virou a cabeça na minha direção, os olhos dele se arregalaram:
- Por que você me pergunta uma coisa dessas, filhão?
- É que eu percebi que mexeram na minha gaveta ontem à noite…
- Eu estava arrumando. Você sabe que ela tava torta, não?
- Sei…
- Não sei de onde você tirou isso. Eu nunca duvidaria de você, eu confio totalmente em você e você sabe disso.
Ele foi sincero. E pelo sorriso dele ao dizer isso eu notei que ele havia descoberto a pornografia. E que estava orgulhoso.
Pronto. Checado. Alívio.
Guardei discretamente meu canivete no fundo do bolso. E fui tomar café.
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5 Novembro , 2009

Meu marido tem 35 anos nas costas e ainda não criou juízo. Ele ta velho, gordo, mas não tem um pingo de responsabilidade e ainda acha que é um moleque. Ele se veste e age como um adolescente retardado. Não se tocou ainda.
Ele vive na rua bebendo com os outros amigos bêbados dele, só fala merda e não pensa no futuro nem por um segundo. E o pior de tudo é que ele não serve nem pra trepar! Acho que vai fazer um ano que a gente não trepa!
Já contei aqui algumas vezes sobre minhas tentativas frustradas de fazer nosso casamento dar certo.
Dessa vez eu quis melhorar as coisas em casa preparando uma festinha no dia do aniversário dele.
Eu fiz tudo o que podia. Comprei um bolo do sabor favorito dele. Comprei os pratinhos, garfinhos, chapeuzinhos e até uma vela com um bonequinho corintiano pra agradar. E é claro, comprei também duas caixas de cerveja pro filho da puta beber em casa, comigo, pelo menos.
Quando ele saiu cedo pra fingir que ia trabalhar, eu comecei a encher os balões. Fiquei horas tentando encher, pois não tenho mais pulmões por fumar igual uma chaminé porque o desgraçado me faz passar muito nervoso. Enfim, pendurei os balões pelo quintal, onde seria a festinha.
Perto da hora dele chegar, eu comecei a beber um pouco pra ficar mais alegrinha. Tomei um banho bem demorado, me perfumei e me emperiquitei toda. Coloquei um vestido preto bem decotado e sentei na sala para esperar.
Eram 9 horas da noite e ele ainda não havia voltado pra casa. E eu, puta da vida, já havia bebido mais da metade da cerveja. Acabou meu cigarro e comecei a chorar de ódio.
Tranquei o portão pra ele não conseguir entrar e me joguei na cama, chorando, me descabelando, berrando e me acabando de beber de tanto desgosto pela vida, até que peguei no sono.
Acordei 6h da manhã do dia seguinte ouvindo barulhos altos que pareciam tiros. Abri a porta dos fundos, com medo de ser ladrão e encontro o filho da puta do meu marido parado no quintal.
Ele havia acabado de chegar, encontrou o portão trancado, então pulou o muro. E o barulho estranho era dele estourando os balões com a ponta do cigarro, justamente pra me acordar. Que romântico…
Quando viu a porta aberta, ele passou por mim fedendo a pinga e foi dormir.
Assim foi o aniversário do meu marido.
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30 Outubro , 2009

Vou contar a vocês uma experiência traumatizante pela qual passei e que só mais uma amiga minha sabia até hoje.
Certa noite combinei de ir pra balada com essa minha amiga e depois dormir na casa dela. Foi muito legal! Bebemos muito, beijei muito e dancei muito. Fomos embora 4h da manhã. Chegamos a casa dela acabadas; ela me jogou meu colchonete pra dormir na sala, pois ela dividia o quarto com a irmã mais nova. Essa irmã mais nova estava dormindo, assim como o pai das duas lá no quarto dele.
Na época minha amiga contava histórias de que a casa era mal-assombrada, mas só pra tirar sarro de mim porque sou muito medrosa. E é lógico que eu morria de medo de ficar sozinha lá naquela sala. Mas àquela madrugada eu estava tão cansada e tonta que nem liguei pra essas coisas. A única coisa que consegui fazer foi tirar a calça apertada e colocar um short antes de cair de bruços no colchonete e pegar no sono.
Acordei ainda meio tonta no meio da madrugada com um barulho de porta rangendo. Trinquei os dentes de medo.
Ouvi passos estranhos se aproximando de mim e tentei me controlar pra não tremer. Mais perto. Cada vez mais perto. E então… senti o toque quente de mãos deslizando pelas minhas costas até a minha nádega direita.
Apavorada, resolvi fingir que continuava dormindo. Talvez isso fizesse a entidade, ou seja lá o que era isso, me deixar em paz.
A mão quente começou a puxar meu shorts. Senti um braço peludo roçando em mim e comecei a ouvir uma respiração ofegante ao meu lado. Eu não sabia o que fazer!
Meu short desceu até os joelhos e então minhas pernas foram afastadas.
A mão começou então a me masturbar, mas quando percebeu que eu sem querer já estava molhadinha, ouvi uma risada maliciosa abafada e a voz disse algo que pareceu ser “putinha safada”.
Continuei paralisada apenas desejando que tudo acabasse logo. Foi quando eu senti um peso enorme me prendendo ao chão. Alguma coisa havia montado em mim. E aí começou meu martírio. Senti uma coisa dura me penetrando por trás, com força, enquanto uma respiração com um hálito quente e horrível ofegava na minha orelha. Eu estava aterrorizada e sentindo muita dor.
Aquela coisa começou a me violentar com mais força e mais fundo, me fazendo gemer e segurar as beiradas do colchonete e rezar para aquilo não gozar dentro de mim. A mão, novamente a mão, tampou a minha boca bruscamente. O peso dele me mantinha presa, se bem que eu estava com tanto medo que não conseguiria ir a lugar algum. Continuei a levar as estocadas até que, incontrolavelmente, cheguei ao orgasmo. E um pouco depois senti o jato da ejaculação dele me inundar e desatei a chorar baixinho.
Tão rápido como apareceu, aquela coisa saiu de cima de mim e desapareceu, fazendo a porta ranger novamente e bater. Eu fiquei jogada lá, chorando apavorada. Não conseguia me mexer. Tinha medo que aquilo voltasse. Fiquei assim um tempo até acabei adormecendo.
No dia seguinte amanheceu tudo normal e eu só não achei que tudo não havia passado de um pesadelo diabólico porque eu e o colchonete estávamos todos gozados. Me lavei. Enrolei e escondi meu colchonete e tentei fingir que não havia acontecido nada.
Só consegui coragem para contar isso à minha amiga um mês depois do acontecido. Ela ficou desesperada e maluca da vida pois achou que havia sido o pai dela. Eu a convenci que não foi ele. Afinal ele era um coroa gordinho de quase 60 anos. E era tão bonzinho e educado. Ele nunca faria uma coisa daquelas.
Pesquisei um pouco sobre seres das trevas e tenho quase certeza de que fui violentada por um Íncubo, um demônio sexual que ataca mulheres que estão dormindo e suga a energia vital fazendo sexo selvagem com elas.
Acho que para vencer esse trauma da minha vida, tenho que encará-lo novamente.
Estou juntando coragem para marcar com a minha amiga uma noite de balada pra eu dormir na casa dela de novo.
Me desejem sorte!
Viviane da Motta
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27 Outubro , 2009

Meu nome é Valdinei, tenho 32 anos e sou casado há 6. Estou escrevendo para relatar uma experiência que talvez possa ajudar outras pessoas.
Bom, a maioria das mulheres não gostam de levar gozada na cara. Muito menos de beber porra. Porém, isso é uma coisa que deixa os homens muito excitados, pena que é difícil achar uma mulher que goste disso.
Com a minha esposa não é diferente. Ela odeia e não aceita de jeito nenhum. Disse que porra é uma coisa nojenta e que tem gosto ruim.
Uma vez, quando ela estava me chupando eu não avisei que tava pra gozar e deixei ela continuar até o fim. Esporreei dentro da boca dela e na mesma hora ela saiu fora e começou a me bater enquanto eu gargalhava e gozava tudo no chão do quarto. Hehehe!
Ela ficou brigada comigo por mais de uma semana por isso.
Eu já havia tentado de tudo pra convencê-la a aceitar essa minha tara. Cheguei a pesquisar na internet; descobri que sêmen contém substâncias benéficas como potássio, magnésio, zinco e vitaminas B12/E/C.
Mostrei isso pra ela e ela disse “Grandes merda! O problema da porra é o gosto!
Chateado e de saco cheio de tanto ouvir isso, eu resolvi então comprovar eu mesmo. Será que é tão ruim assim?
Sábado agora, quando ela estava fora, eu bati uma punheta, gozei na mão e experimentei minha porra.
Enchi a boca. A meleca é grossa e meio azedinha, o gosto parece cloro, mas não é tão ruim como eu pensava. Só que é grudenta, eu fui tentar engolir e a porra ficou grudada na minha goela. Dava pra sentir que ainda tava ali. E eu engolia, engolia e nada. Tive que beber água pra ajudar a descer. É engraçado, depois fica um gosto estranho na boca da gente. Hehehe
Então pessoal, agora que eu tenho argumentos mais concretos de que porra não é tão ruim assim, acho que dessa vez vou conseguir convencer a minha esposa. E espero que as mulheres que lerem isso percebam que é frescura não querer pelo menos experimentar.
Juro, não é ruim não. Até vou tomar mais vezes. Recomendo.
Ah, e antes que me encham o saco, eu acho que isso não tem nada de gay. Afinal, a porra é minha, saiu do meu pau, não vejo nada de errado nisso…
Obrigado pelo espaço. Espero ter sanado a dúvida de algumas mulheres.
Valdinei dos Santos.
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26 Outubro , 2009

Homens, eu tenho algo a confessar a vocês:
Nós mulheres nunca vamos admitir, mas de certa forma somos todas meio sapatão.
Mulheres também acham outras mulheres gostosas. E convenhamos, o corpo feminino é lindo mesmo.
O que é que homem tem de bonito? Bolas peludas balangando?
Mulher tem curvas suaves, é macia, lisinha, graciosa, delicada.
Quando passa uma gostosona na rua, nós também olhamos pra trás pra ver a bunda dela. Muitas vezes ficamos com inveja mas SEMPRE ficamos admiradas. Uma vez eu quase bati a cabeça num poste. hehe

Quando nós vemos na televisão ou em revistas mulheres maravilhosas como a Ellen Roche nós pensamos: “Essa eu comeria!”
O que a gente não gosta é mulher vulgar! Não suportamos biscates! Mas quando vemos uma mulher boazuda de saia, ficamos imaginando o que há por baixo, as coxas, a bunda. Isso a gente fica. Porque saia chama a atenção, não é?
Essa é a verdade, homens. E ela engloba todas as mulheres, sem exceção. A mulher que dizer que não, está mentindo.
Esse fato não quer dizer que somos lésbicas, que queremos bater bolacha ou botar as aranhas pra brigar. Não. E nem que temos tendência.
Apenas significa que o corpo da mulher é a coisa mais bonita que Deus fez. E nós temos bom gosto.
Homem é um bicho muito esquisito, desengonçado, quadrado, peludo e com coisas balangando. Mas não quer dizer que não gostamos. Um pau duro é muito bão.
Andréia Paifer – 30 anos.
PS: Agradecimentos ao leitor Sátiro pela dica sobre a imagem.
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26 Outubro , 2009

Olá, eu sou Moacir Padovani, 33 anos, espírita.
Nos últimos meses venho estudando e tentando aprimorar as minhas habilidades mediúnicas. E nesta sexta-feira, 23/10/09, tive uma grande surpresa quando tentei captar um espírito para escrever uma mensagem psicografada.
Tenho certeza que psicografei a centenária atriz Dercy Gonçalves. Confirmei ao pesquisar por manuscritos dela e notei que a caligrafia é muito semelhante. Além do conteúdo e da assinatura.
Segue abaixo a transcrição da mensagem:
“Filhos da puta vão tomar no olho do cu! Que que vocês querem, porra? Não tem o que fazer vai enfiar o dedo no cu da sua mãe.
Todo mundo aí que tá vivo, vai pra puta que pariu!
Regina, morrer é uma merda. Aqui não tem graça nenhuma.
Ninguém me explica nada nessa porra! Ninguém fala comigo.
Ninguém quer meter comigo, é um bando de viado!
Mas que merda de lugar. Eu quero dar a buceta!
Puta caneta fudida de merda. Enfia no cu! E da próxima vez compra uma caneta decente seu viado.”
–
Fim da mensagem
Obrigado pelo espaço e me procurem caso queiram fazer contato com falecidos próximos.
Moacyr Padovani.
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19 Outubro , 2009
Meu nome é Lucas, tenho 15 anos e gostaria de falar sobre uma coisa que me incomoda demais: Espinha de Punheta.
Espinha de punheta é cruel. Ela é mais resistente que os outros tipos de espinhas.
Dura vários dias e nasce sempre na cara da gente, parece até um Sinal de Reprovação que Deus coloca na gente por vivermos batendo punheta.
Eu detesto é quando tem festa ou qualquer outro evento social. Eu tenho que ficar no mínimo 1 semana sem bater punheta se eu não quiser que me apareça uma maldita espinha justo no dia! É sempre assim.
E quem disse que eu consigo ficar sem punheta? E eu tento. Foi o que aconteceu na semana passada. Na sexta-feira ia ter um aniversário e por isso desde domingo eu me privei do maravilhoso ato da masturbação.
Só que na terça-feira eu já não agüentei e bati uma. Na quarta também. E na quinta. Na sexta-feira, dia da festa eu já estava com duas espinhas. Uma na testa e outra gigantesca, bem no meu nariz!
Aí eu aproveitei e bati umas 3 punhetas, só de raiva.
Por que é que tem que nascer justo no nariz??? Não podia ser no cu, onde ninguém vê?
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16 Outubro , 2009

Acreditem ou não, eu suportei fielmente 2 anos de abstinência sexual pela minha namorada.
Desde o início ela deixou bem claro que queria casar virgem. Depois de casados, ela prometeu, eu poderia fazer tudo o que eu imaginasse com seu corpinho.
Eu aceitei isso pois a amava e também porque achava que podia mudar a cabeça dela com o tempo.
Ela é uma boneca, linda, cheirosa, de família; realmente parece valer à pena passar por esse tormento.
É claro que eu tentei várias vezes mudar a opinião dela. Insisti várias vezes. Um dia, no terceiro mês de namoro, no meio de um beijo demorado eu me excitei e comecei a bolinar sua bucetinha por cima do short dela, mas ela me deu um safanão e quase terminou o namoro ali mesmo. O negócio era agüentar mesmo…
Depois de um ano e meio de namoro eu já estava desgostoso da vida, sempre tenso, irritado. Eu vivia louco pra comê-la e à noite chegava a sonhar que eu tava comendo a bucetinha dela com toda a força liberando todo aquele tesão reprimido que eu carregava nos ombros. Acordava todo gozado e mais frustrado ainda…
Quando fez 2 anos de namoro, ela estava contente comigo, disse que sentia que nosso amor era verdadeiro e que estava muito feliz por eu não ter mais tocado no assunto de fazer amor antes do casamento, que isso era sinal de meu respeito pela sua decisão.
Nessa época eu já estava quase precisando de uma camisa de força. Vivia com olheiras, amarelo e vesgo de tanto bater punheta pra filmes pornôs. A falta de sexo estava afetando a minha vida, eu não estava indo bem no trabalho e vivia deprimido. Mas ela parecia não perceber isso.
Foi nesse mesmo ano, numa festa de aniversário de família que eu encontrei meu tio, um velho maluco que só tinha merda na cabeça.
Ele me abraçou com força e perguntou, berrando:
- Tá crescido hein, rapaz! Deve estar com o peru peludo!!! HAHAHA E com as biscatinhas, como é que vai? Comendo todas?
Em circunstâncias normais eu nunca responderia uma pergunta nojenta daquelas. Mas eu estava frustrado e precisava desabafar…
- Eu to namorando há 2 anos e ela disse que quer casar virgem – respondi.
Ele perguntou se eu andava com putinhas então. Quando eu respondi que não, ele me deu um tapa bem forte na minha nuca. Me disse pra ser homem, que era pra eu comer por fora enquanto isso! Que homem de verdade não fica sem foder, que porra era aquela e tudo mais.
Puta que pariu, meu tio véio tarado tinha razão! Eu podia “trapacear”…
O que eu estava ganhando com aquela fidelidade toda? Nada! Eu só estava ficando cada vez mais maluco e infeliz…
Resolvi então “comer por fora”, como meu tio disse, enquanto não podia comer minha bonequinha. Eu não queria isso. Por mim eu seria só dela. Mas ela quis dificultar as coisas, não é?
Pela internet conheci uma negrinha ajeitadinha, mais nova que eu e bem safada. No MSN eu perguntei se ela fazia anal e ela respondeu que dependendo do tamanho do meu cacete ela fazia sim. Marcamos de nos encontrar apenas para sexo.
Eu queria fazer de tudo. Tanto para liberar todo esse tesão reprimido como para fazer uma vez só. Eu não queria virar esses caras que vivem traindo a mulher. Eu achei que se trapaceasse pelo menos uma vez e fizesse tudo o que eu queria, eu agüentaria sem sexo o bendito casamento.
A negra se chamava Juliana, seu rosto não era muito bonito, na verdade era bem feinha e espinhenta. Mas o corpo era tudo em cima. E ela tinha uns seios redondinhos que ela usava como “chamariz” sob os decotes nas fotos que ela me mandou.
Ela topou na hora, devia estar a perigo.
Eu imaginei mil coisas que eu ia fazer com aquela biscate, eu ia acabar com ela, fazer de tudo mesmo, até beijo grego eu ia fazer pra depois eu não ficar na vontade de NADA.
Fomos a um motel chubrega e já começamos a nos pegar, tirei a roupa dela cheio de vontade e ela também estava doida, me passando a mão e me beijando, me lambendo, me babando, parecia que não via homem há muito tempo. Também, com uma cara daquelas. hehe
Só que havia um problema: Nada do meu pau subir.
Ela ficou um bom tempo chupando meu pau mole e nada. Chupava e punhetava que nem uma louca e ele não dava sinal de vida.
Juliana cansou e deitamos na cama um pouco, colocamos a culpa no nervosismo de primeiro encontro. Ficamos assistindo um filme pornô pra ver se meu pau subia, mas nada.
A verdade era que eu estava com peso na consciência por estar traindo minha namorada…
Tentei me sentir bem por isso, mas como sou homem eu acabei quase entrando em depressão. Tanta coisa que eu queria fazer e acabou que não consegui fazer nada!
Ela chupou o pinto mole mais um pouco e depois ficou deitada lá, visivelmente chateada.
Fiz um sexo oral na biscate até ela gozar para não ter sido em vão e fomos embora do motel. Depois disso nunca mais nos vimos, nem procurei mais por fodas e meu desgosto pela vida só aumentou.
Quase 4 anos depois eu me casei com a minha branquinha. Graças a Deus já comi ela centenas de vezes e até o cuzinho ela liberou, como me foi prometido.
No início desse mês eu resolvi contar à minha linda esposa sobre essa minha tentativa de traí-la. Eu achei que isso a deixaria feliz, pois pensei que soaria como uma Prova de Amor.
“Eu te amo tanto que não consegui te trair. Tentei, mas meu pau não subiu com a outra porque EU TE AMO.” – não soa bonito?
Mas agora eu tenho certeza de que não entendo as mulheres, pois ela ficou puta da vida, me encheu de tapa, me botou pra fora de casa e agora quer o divórcio.
Agora eu quero é que se foda essa vida desgraçada de bosta. Só quero saber em que puteiro eu recupero meus 6 anos sem foda…
Se mais algum otário ficou anos sem sexo para a mulher casar virgem, por favor, participe dos comentários para que eu não me sinta tão mal como já estou me sentindo…
Obrigado,
Reginaldo Begodini
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13 Outubro , 2009

Meu nome é Pedro e não sinto vergonha em dizer que na última semana eu andei cagando pedra.
Não sei se vocês já tiveram essa experiência horrível, eu não desejo isso nem para aquele cara que atirou e matou Jesse James covardemente pelas costas, o Robert Ford, né?
Eu nem comi tanta farinha durante a semana. Dizem que isso endurece a bosta, o que já é uma dica para quem está cagando mole. Mas a minha dica vai mesmo para quem está com esse problema que eu tive.
Cagar pedra é foda. Você sente a bosta raspando e rasgando seu reto até sair cortando as barbelas do seu cu. A dor é como se você tivesse cagado uma garrafa quebrada. Além disso, parece uma pedra mesmo porque bosta é tão sólida que vai parar no fundo do vaso.
Sofri a semana inteira com isso, até caguei com sangue uma vez. Mas na sexta-feira eu descobri uma coisa que salvou a minha vida. Ou pelo menos salvou meu cu:
Azeite de dendê.
Taque azeite de dendê em qualquer coisa que você for comer. Na hora do almoço, da janta, café da manhã e até da sobremesa.
Em 2 dias afrouxa a bosta. Sério mesmo, a bosta fica molinha e sai com facilidade do rabo, sem raspar em nada.
Na verdade tenho que parar de colocar azeite porque já to até cagando mole.
Bom, essa é minha dica. Espero que ajude as pessoas que estão passando por essa coisa terrível.
Até a próxima,
Pedro Luis Monfim
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12 Outubro , 2009
Meu nome é Evandro Cardelli e gostaria de fazer valer a minha liberdade de expressão que a Constituição disse que eu tenho. E por isso quero fazer meu manifesto:
Crianças não são coisa boa.
Foi-se o tempo em que crianças eram engraçadinhas.
Essas coisinhas que vemos por aí não são como antigamente eram as crianças de verdade, ingênuas, inocentes. Não.
Essas coisinhas que agora vagam por aí não são crianças. Elas têm a mente mais poluída que a nossa, pegam piadas maliciosas no ar com facilidade, só pensam porcarias, são preconceituosas, invejosas, mentirosas, egoístas, filhas da puta e não respeitam mais ninguém!
Os moleques querem apenas que seus pais comprem computadores e videogames caros e que se foda o resto.
As meninas de 5 anos se vestem como biscatinhas-mirins e falam no celular, pensando que são gente.
Que porra de infância é essa?
Não existe mais crianças. Só o que vejo são mini-problemas, falando e fazendo merda, apenas ensaiando para uma cagada maior, quando atingirem a adolescência.
Eu prefiro pensar que o futuro do nosso país pertence somente a Deus, pois se estiver nas mãos dessas bostas nós já estamos fudidos desde já.
Odeio crianças. Agora e sempre. Quero que todas as crianças do Brasil torrem no fogo do Inferno.
Só não mando as crianças tomarem no meio do cu porque elas são tão filhas da puta que podem querer acusar de pedofilia.
Obrigado pelo espaço,
Evandro Cardelli.
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