Em homenagem ao Dia da Consciência Negra será publicada uma declaração apaixonada feita pela leitora Christina, uma negra de Garça-SP, sobre o maior símbolo da força do povo negro no Brasil (Agora com legenda).
Confiram:
Em homenagem ao Dia da Consciência Negra será publicada uma declaração apaixonada feita pela leitora Christina, uma negra de Garça-SP, sobre o maior símbolo da força do povo negro no Brasil (Agora com legenda).
Confiram:
Meu nome é Everton, tenho 26 e eu sempre fui roquenroll na veia. E a única rádio que eu ouvia desde sempre era a 103,9FM de Sorocaba.

Aliás… 103,9FM – A RÁDIO ROCK!
Era rock o dia inteiro. Claro que em sua maioria era porcaria comercial; Linkin Park, Audioslave, Nickelback, Blink182 e essas porra aí.
Mas sempre tocava nas madrugadas um Number Of The Beast que me deixava sempre com lágrimas nos cantinhos dos olhos. Lágrimas de orgulho por ter uma rádio só Rock, sem pagode, sem axé, nem merdanejo!
Só que no início desse milênio houve uma invasão cruel e sem piedade de um ritmo nojento e inescrupuloso: A Black Music.
Os filmes sobre carros passaram a tocar só Black Music! Onde já se viu?
Desde então nunca mais pudemos ouvir Highway to Hell tocando alto enquanto um conversível caindo aos pedaços atravessava um deserto infernal, rumo ao nada, um pouco antes dos créditos finais, pra fechar o filme com chave de ouro. NUNCA MAIS.
Agora filme que tem carros é só manos, com correntes e dentes de prata falsa, dando tapa na bunda e enfiando grana no rabo de mulatas gostosas sentadas no capô dos carangos, enquanto ao fundo só se ouve batidas repetitivas e vozes que parecem cachorros brigando.
Quando essa maldição começou, só a 103FM – A Rádio Rock – me dava a sensação foda de se ouvir rock enquanto dirigia o carro na rodovia.
Mas como tudo o que é bom… isso não durou muito.
Logo a 103FM – A Rádio Rock – se vendeu. E virou apenas 103FM SOROCABA.
Aí fodeu. Só não digo que fodeu de vez porque o pior estava por vir. Mas mesmo assim virou uma merda, a rádio passou a tocar só musiquinhas da novela Malhação e quase o tempo todo se ouvia Black Music!!!
Foi uma facada e tanto. Muitos roqueiros se sentiram órfãos. Ainda nos sentimos assim. E nunca mais ouvimos aquela merda. A freqüência 103,9FM se tornou amaldiçoada.
Mas quando achávamos que não podia ser pior… veio o baque.
Sábado passado eu estava dirigindo à toa, trocando de estação no rádio a cada 30 segundos porque desde o fim da 103 eu não vejo mais sentido em ouvir rádio. A freqüência 103,9 nem estava mais gravada no meu tocador do carro.
Resolvi então, com um aperto no peito, colocar lá pra ver qual era a maldita programação atual.
Qual não foi a minha surpresa ao ver que a 103,9FM se vendeu de novo!!!

Agora a programação é 100% da igreja evangélica Deus é Amor!
Um pastor chamado David Miranda com uma voz meio tremelique, mas que parece que ta tentando enrolar num sotaque espanhol, ou sei lá, fica pregando 24h por dia! Repito: 24 horas!
A única pausa é para os hinos que não dura muito e lá vem de novo aquela voz agonizante pregar com qualidade de ligação telefônica!
Uma coisa eu digo: A invasão dos evangélicos é através de TODOS os meios de comunicação e por isso é maior e mais aterrorizante do que a da Black Music. Está apenas começando e já não se tem pra onde fugir.
Não recomendo a vocês fazerem filhos à partir de agora. Esse não é o mundo que vocês desejariam para eles.
Maluco, minha vida não tem mais sentido. Pra mim agora tanto faz. Acho que vou virar evangélico.
Bom dia, meu nome é Deise e venho falar sobre a desilusão de se escrever perguntas para o João Bidu.
Assim como várias outras mulheres de todo o país, eu leio as revistas Guia Astral desde meus 11 anos de idade. E olha que hoje eu tenho 30. É, muita gente não tem noção do quão pré-histórico é o João Bidu. hehehe
No decorrer desses anos acompanhei João Bidu responder sabiamente às perguntas de garotas imbecis que se apaixonaram por seus tios, outras que tinham atração sexual por suas amigas e outras que se rasgaram todas ao se masturbar com pepinos gigantes e queriam saber se com isso haviam perdido o “selinho”.
Recentemente, com a revolução digital, João Bidu tornou-se um astrólogo informatizado e agora responde à maioria das dúvidas das leitoras através de seu site.
O problema é que, pra ter audiência, ele seleciona apenas as perguntas mais malucas e inusitadas para iluminar com sua sapiência. É tipo aquele programa “Casos de Família” do qual só participam pessoas que fazem coisas extravagantes e nem um pouco normais, porque senão não dá ibope.
Pois bem, quando eu tinha 15 anos eu confiava mais em João Bidu do que na minha mãe. Então quando perdi minha virgindade sem a devida proteção, eu fiquei assustada e escrevi uma carta para o Bidu sobre a possibilidade de eu estar grávida.
Estou esperando a resposta dele até hoje. Meu filho já tem 15 anos e vai entrar no 1° colegial ano que vem.
Muito obrigada, João Bidu.
Ontem quando acabou a luz aqui eu estava sozinha em casa. Como sempre o desgraçado do meu marido não tinha voltado ainda.
No escuro a primeira coisa que me veio à cabeça foi sacanagem. Tô na seca há meses, meu marido não serve pra nada aquele imprestável.
Resolvi sair na rua. Mas antes vesti uma camisolinha, pra parecer que eu fui pega de surpresa pelo blecaute. Não usava nada por baixo. Fui dar uma volta pra ver se acontecia alguma coisa…
Andei o bairro Santa Mônica inteirinho no escuro. Ninguém mexeu comigo, não passaram a mão nem na minha bunda.
E olha que eu sou nova, minha teta nem tá tão caída. Isso é um absurdo.
O desgraçado do meu marido ainda me chegou bêbado em casa. Novamente nem falou de trepar e resolveu dormir dizendo que não tinha nada para se fazer no escuro…
Não existe homem nessa merda de cidade!
Eu não gosto que mexam nas minhas coisas. Vocês gostam? Duvido que alguém goste. Ainda mais quando os xeretas são nossos pais. Dependendo do que eles encontram, isso pode foder a nossa vida por um bom tempo.
É exatamente por isso que na adolescência nós aprendemos a não deixar pistas. Muitos são burros e nunca aprendem. Mas se quiser sobreviver, você precisa ser bom nisso.
A todos eu sempre aparentei ser um rapaz direito. É lógico que a verdade não é essa, mas o disfarce sempre funcionou muito bem. Meus pais confiam em mim e têm certeza absoluta de que não bebo, não fumo, não uso drogas e não ando com más companhias. E essas coisas são verdade! Só que fazem parte do disfarce. O que significa que o que eu faço é pior que drogas. hehehe
Bem, voltando ao tema invasão de privacidade.
Aconteceu que domingo eu acordei com a minha mãe apertando meu pescoço. Ela disse que só queria me acordar mesmo. Também disse que na noite anterior meu pai não tinha o que fazer e começou a mexer nas minhas gavetas, usando como desculpa que ia consertar uma delas que estava torta.
Ela disse que ele deve ter encontrado alguma coisa horrível, pois ele mandou ela pro inferno quando ela perguntou o que eu tinha feito.
Gelei, é claro. O que poderia ser? Eu sou tão cauteloso, pensei, tão metódico, beirando o profissionalismo.
Ela interrompeu meus pensamentos me perguntando se eu usava drogas.
Eu fiquei indignado. Não por ela pensar isso de mim, mas por subestimar a minha inteligência ao achar que eu esconderia drogas na gaveta do meu quarto…
A cara dela estava acabada, nem havia dormido direito. O que me deu mais ansiedade ainda.
Só que eu não conseguia pensar em nada que eu poderia ter feito de errado. Todas as porcarias que continham na gaveta faziam parte do “projeto”.
Para os pais o disfarce tem que ser mais complexo. Não se pode tentar parecer perfeito. A perfeição não existe e por isso vão perceber que é puro fingimento e que “aí tem coisa”, entendem?
Temos que “deixar escapar” alguma coisa. E é por isso que na gaveta só continha filmes pornográficos, tickets de drive-in que eu coleciono como souvenirs das putarias e várias camisinhas. Tudo deliberadamente aparentando estar escondido embaixo de papéis, mas para ser encontrado. Assim meu pai me considera um fodedor e minha mãe me considera um pervertido sexual, o que é perfeitamente normal para um adolescente. ISSO é perfeito.
Cansei de esperar e me remoer e fui ter uma conversa com meu pai. Eu estava visivelmente indignado pela falta de confiança da parte dele.
Como de costume ele estava na cadeira da cozinha lendo jornal, de costas para a porta. Eu cheguei, tocando seu ombro e já perguntando:
- Pai, você não confia em mim?
Ele virou a cabeça na minha direção, os olhos dele se arregalaram:
- Por que você me pergunta uma coisa dessas, filhão?
- É que eu percebi que mexeram na minha gaveta ontem à noite…
- Eu estava arrumando. Você sabe que ela tava torta, não?
- Sei…
- Não sei de onde você tirou isso. Eu nunca duvidaria de você, eu confio totalmente em você e você sabe disso.
Ele foi sincero. E pelo sorriso dele ao dizer isso eu notei que ele havia descoberto a pornografia. E que estava orgulhoso.
Pronto. Checado. Alívio.
Guardei discretamente meu canivete no fundo do bolso. E fui tomar café.
Meu marido tem 35 anos nas costas e ainda não criou juízo. Ele ta velho, gordo, mas não tem um pingo de responsabilidade e ainda acha que é um moleque. Ele se veste e age como um adolescente retardado. Não se tocou ainda.
Ele vive na rua bebendo com os outros amigos bêbados dele, só fala merda e não pensa no futuro nem por um segundo. E o pior de tudo é que ele não serve nem pra trepar! Acho que vai fazer um ano que a gente não trepa!
Já contei aqui algumas vezes sobre minhas tentativas frustradas de fazer nosso casamento dar certo.
Dessa vez eu quis melhorar as coisas em casa preparando uma festinha no dia do aniversário dele.
Eu fiz tudo o que podia. Comprei um bolo do sabor favorito dele. Comprei os pratinhos, garfinhos, chapeuzinhos e até uma vela com um bonequinho corintiano pra agradar. E é claro, comprei também duas caixas de cerveja pro filho da puta beber em casa, comigo, pelo menos.
Quando ele saiu cedo pra fingir que ia trabalhar, eu comecei a encher os balões. Fiquei horas tentando encher, pois não tenho mais pulmões por fumar igual uma chaminé porque o desgraçado me faz passar muito nervoso. Enfim, pendurei os balões pelo quintal, onde seria a festinha.
Perto da hora dele chegar, eu comecei a beber um pouco pra ficar mais alegrinha. Tomei um banho bem demorado, me perfumei e me emperiquitei toda. Coloquei um vestido preto bem decotado e sentei na sala para esperar.
Eram 9 horas da noite e ele ainda não havia voltado pra casa. E eu, puta da vida, já havia bebido mais da metade da cerveja. Acabou meu cigarro e comecei a chorar de ódio.
Tranquei o portão pra ele não conseguir entrar e me joguei na cama, chorando, me descabelando, berrando e me acabando de beber de tanto desgosto pela vida, até que peguei no sono.
Acordei 6h da manhã do dia seguinte ouvindo barulhos altos que pareciam tiros. Abri a porta dos fundos, com medo de ser ladrão e encontro o filho da puta do meu marido parado no quintal.
Ele havia acabado de chegar, encontrou o portão trancado, então pulou o muro. E o barulho estranho era dele estourando os balões com a ponta do cigarro, justamente pra me acordar. Que romântico…
Quando viu a porta aberta, ele passou por mim fedendo a pinga e foi dormir.
Assim foi o aniversário do meu marido.
Vou contar a vocês uma experiência traumatizante pela qual passei e que só mais uma amiga minha sabia até hoje.
Certa noite combinei de ir pra balada com essa minha amiga e depois dormir na casa dela. Foi muito legal! Bebemos muito, beijei muito e dancei muito. Fomos embora 4h da manhã. Chegamos a casa dela acabadas; ela me jogou meu colchonete pra dormir na sala, pois ela dividia o quarto com a irmã mais nova. Essa irmã mais nova estava dormindo, assim como o pai das duas lá no quarto dele.
Na época minha amiga contava histórias de que a casa era mal-assombrada, mas só pra tirar sarro de mim porque sou muito medrosa. E é lógico que eu morria de medo de ficar sozinha lá naquela sala. Mas àquela madrugada eu estava tão cansada e tonta que nem liguei pra essas coisas. A única coisa que consegui fazer foi tirar a calça apertada e colocar um short antes de cair de bruços no colchonete e pegar no sono.
Acordei ainda meio tonta no meio da madrugada com um barulho de porta rangendo. Trinquei os dentes de medo.
Ouvi passos estranhos se aproximando de mim e tentei me controlar pra não tremer. Mais perto. Cada vez mais perto. E então… senti o toque quente de mãos deslizando pelas minhas costas até a minha nádega direita.
Apavorada, resolvi fingir que continuava dormindo. Talvez isso fizesse a entidade, ou seja lá o que era isso, me deixar em paz.
A mão quente começou a puxar meu shorts. Senti um braço peludo roçando em mim e comecei a ouvir uma respiração ofegante ao meu lado. Eu não sabia o que fazer!
Meu short desceu até os joelhos e então minhas pernas foram afastadas.
A mão começou então a me masturbar, mas quando percebeu que eu sem querer já estava molhadinha, ouvi uma risada maliciosa abafada e a voz disse algo que pareceu ser “putinha safada”.
Continuei paralisada apenas desejando que tudo acabasse logo. Foi quando eu senti um peso enorme me prendendo ao chão. Alguma coisa havia montado em mim. E aí começou meu martírio. Senti uma coisa dura me penetrando por trás, com força, enquanto uma respiração com um hálito quente e horrível ofegava na minha orelha. Eu estava aterrorizada e sentindo muita dor.
Aquela coisa começou a me violentar com mais força e mais fundo, me fazendo gemer e segurar as beiradas do colchonete e rezar para aquilo não gozar dentro de mim. A mão, novamente a mão, tampou a minha boca bruscamente. O peso dele me mantinha presa, se bem que eu estava com tanto medo que não conseguiria ir a lugar algum. Continuei a levar as estocadas até que, incontrolavelmente, cheguei ao orgasmo. E um pouco depois senti o jato da ejaculação dele me inundar e desatei a chorar baixinho.
Tão rápido como apareceu, aquela coisa saiu de cima de mim e desapareceu, fazendo a porta ranger novamente e bater. Eu fiquei jogada lá, chorando apavorada. Não conseguia me mexer. Tinha medo que aquilo voltasse. Fiquei assim um tempo até acabei adormecendo.
No dia seguinte amanheceu tudo normal e eu só não achei que tudo não havia passado de um pesadelo diabólico porque eu e o colchonete estávamos todos gozados. Me lavei. Enrolei e escondi meu colchonete e tentei fingir que não havia acontecido nada.
Só consegui coragem para contar isso à minha amiga um mês depois do acontecido. Ela ficou desesperada e maluca da vida pois achou que havia sido o pai dela. Eu a convenci que não foi ele. Afinal ele era um coroa gordinho de quase 60 anos. E era tão bonzinho e educado. Ele nunca faria uma coisa daquelas.
Pesquisei um pouco sobre seres das trevas e tenho quase certeza de que fui violentada por um Íncubo, um demônio sexual que ataca mulheres que estão dormindo e suga a energia vital fazendo sexo selvagem com elas.
Acho que para vencer esse trauma da minha vida, tenho que encará-lo novamente.
Estou juntando coragem para marcar com a minha amiga uma noite de balada pra eu dormir na casa dela de novo.
Me desejem sorte!
Viviane da Motta

Meu nome é Valdinei, tenho 32 anos e sou casado há 6. Estou escrevendo para relatar uma experiência que talvez possa ajudar outras pessoas.
Bom, a maioria das mulheres não gostam de levar gozada na cara. Muito menos de beber porra. Porém, isso é uma coisa que deixa os homens muito excitados, pena que é difícil achar uma mulher que goste disso.
Com a minha esposa não é diferente. Ela odeia e não aceita de jeito nenhum. Disse que porra é uma coisa nojenta e que tem gosto ruim.
Uma vez, quando ela estava me chupando eu não avisei que tava pra gozar e deixei ela continuar até o fim. Esporreei dentro da boca dela e na mesma hora ela saiu fora e começou a me bater enquanto eu gargalhava e gozava tudo no chão do quarto. Hehehe!
Ela ficou brigada comigo por mais de uma semana por isso.
Eu já havia tentado de tudo pra convencê-la a aceitar essa minha tara. Cheguei a pesquisar na internet; descobri que sêmen contém substâncias benéficas como potássio, magnésio, zinco e vitaminas B12/E/C.
Mostrei isso pra ela e ela disse “Grandes merda! O problema da porra é o gosto!
Chateado e de saco cheio de tanto ouvir isso, eu resolvi então comprovar eu mesmo. Será que é tão ruim assim?
Sábado agora, quando ela estava fora, eu bati uma punheta, gozei na mão e experimentei minha porra.
Enchi a boca. A meleca é grossa e meio azedinha, o gosto parece cloro, mas não é tão ruim como eu pensava. Só que é grudenta, eu fui tentar engolir e a porra ficou grudada na minha goela. Dava pra sentir que ainda tava ali. E eu engolia, engolia e nada. Tive que beber água pra ajudar a descer. É engraçado, depois fica um gosto estranho na boca da gente. Hehehe
Então pessoal, agora que eu tenho argumentos mais concretos de que porra não é tão ruim assim, acho que dessa vez vou conseguir convencer a minha esposa. E espero que as mulheres que lerem isso percebam que é frescura não querer pelo menos experimentar.
Juro, não é ruim não. Até vou tomar mais vezes. Recomendo.
Ah, e antes que me encham o saco, eu acho que isso não tem nada de gay. Afinal, a porra é minha, saiu do meu pau, não vejo nada de errado nisso…
Obrigado pelo espaço. Espero ter sanado a dúvida de algumas mulheres.
Valdinei dos Santos.
Homens, eu tenho algo a confessar a vocês:
Nós mulheres nunca vamos admitir, mas de certa forma somos todas meio sapatão.
Mulheres também acham outras mulheres gostosas. E convenhamos, o corpo feminino é lindo mesmo.
O que é que homem tem de bonito? Bolas peludas balangando?
Mulher tem curvas suaves, é macia, lisinha, graciosa, delicada.
Quando passa uma gostosona na rua, nós também olhamos pra trás pra ver a bunda dela. Muitas vezes ficamos com inveja mas SEMPRE ficamos admiradas. Uma vez eu quase bati a cabeça num poste. hehe
Quando nós vemos na televisão ou em revistas mulheres maravilhosas como a Ellen Roche nós pensamos: “Essa eu comeria!”
O que a gente não gosta é mulher vulgar! Não suportamos biscates! Mas quando vemos uma mulher boazuda de saia, ficamos imaginando o que há por baixo, as coxas, a bunda. Isso a gente fica. Porque saia chama a atenção, não é?
Essa é a verdade, homens. E ela engloba todas as mulheres, sem exceção. A mulher que dizer que não, está mentindo.
Esse fato não quer dizer que somos lésbicas, que queremos bater bolacha ou botar as aranhas pra brigar. Não. E nem que temos tendência.
Apenas significa que o corpo da mulher é a coisa mais bonita que Deus fez. E nós temos bom gosto.
Homem é um bicho muito esquisito, desengonçado, quadrado, peludo e com coisas balangando. Mas não quer dizer que não gostamos. Um pau duro é muito bão.
Andréia Paifer – 30 anos.
PS: Agradecimentos ao leitor Sátiro pela dica sobre a imagem.