Meu nome é Christina e confesso que sou meio ciumenta e um pouco desconfiada.

Quando meu marido chega do trabalho, a primeira coisa que eu faço é ver as ligações do celular dele. Depois examino suas roupas e vejo se a cueca dele tá suja de porra. Depois disso é que eu dou oi pra ele e pergunto como foi seu dia.

Tenho certeza de que ele tá me traindo esse filho da puta.
Ele já me falou 500 vezes que não, mesmo com eu o ameaçando com um facão, mas eu não acredito nele. Ele deve estar comendo alguma biscatinha. Ele tem moto. Ele pode pegar a puta rampeira e levar no motel. Eu sei, eu tenho certeza absoluta que ele faz isso!

Eu vivo nervosa. Fumo 3 maços e bebo uma caixa de cerveja por dia.

A gente foi convidado pra ir na pizzaria numa festa de confraternização entre os funcionários da onde meu marido trabalha. Coisa ridícula. Eu não iria e o proibiria de ir.
Mas aí, enquanto eu tomava minha oitava cerveja do dia, eu pensei melhor… Talvez a biscatinha que ele tá comendo fosse nessa festa! Aí eu ficaria de olho e qualquer coisinha me ajudaria a descobrir quem é a desgraçada que quer roubar meu marido. Perfeito!

Quando meu marido chegou eu já estava pronta pra guerra! Ele até se assustou, nem estava acreditando que eu não estava agindo como uma maluca.

Antes de sairmos eu preparei meus nervos, pois sabia que lá eu encontraria os amigos dele e suas esposas, biscatinhas de barriguinha de fora, aquelas piranhas. Eu nem as conhecia mas sabia que seria assim, eu sei das coisas.

Chegamos lá e eu estava certa, a mulher da ponta da mesa se levantou, de saia, com decote, toda pintada, me deu boa noite e deu oi pro meu marido.

Na hora o sangue ferveu, peguei a cadeira da pizzaria, levantei e bati com toda a força nas costelas daquela puta, que caiu no chão!

Cuspi em cima dela e virei a mesa sobre aquele bando de desgraçados. Comecei a chutar quem tava no chão  e morder os maridos que tentavam me impedir.

Porque eu fui lá pra isso! É pra isso que eu fui lá! Pra matar putas! É isso que se faz com puta! Mata!

Tirei a faca da bolsa e comecei o banho de sangue. Esfaqueei todas aquelas galinhas com todo o meu ódio! E os maridos também!

Matei a gerente, que era de quem eu mais desconfiava que tinha caso com meu marido.
Cortei a cabeça e fiz seu sangue jorrar nos vidros da pizzaria.
Então eu levantei a cabeça dela, segurando pelos cabelos. Cuspi nos olhos dela, chamei-a de rampeira e a chutei pra longe.

Tirei um vidro de álcool da bolsa, despejei em cima de todo mundo e ateei fogo. Senti muito prazer em ver os corpinhos daquelas vadias desgraçadas ardendo nas chamas!

Meu marido que sabe que sou louca e já esperava por algo assim, foi me aguardar do lado de fora com a moto ligada.

Depois que eu me certifiquei que todo mundo tinha morrido, pulei na moto e fomos pra casa.

Ficamos o resto da noite assistindo jogo do Corinthians. Ele não falou uma palavra comigo. Devia estar pensando em alguma puta.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s