19 Outubro , 2009
Meu nome é Lucas, tenho 15 anos e gostaria de falar sobre uma coisa que me incomoda demais: Espinha de Punheta.
Espinha de punheta é cruel. Ela é mais resistente que os outros tipos de espinhas.
Dura vários dias e nasce sempre na cara da gente, parece até um Sinal de Reprovação que Deus coloca na gente por vivermos batendo punheta.
Eu detesto é quando tem festa ou qualquer outro evento social. Eu tenho que ficar no mínimo 1 semana sem bater punheta se eu não quiser que me apareça uma maldita espinha justo no dia! É sempre assim.
E quem disse que eu consigo ficar sem punheta? E eu tento. Foi o que aconteceu na semana passada. Na sexta-feira ia ter um aniversário e por isso desde domingo eu me privei do maravilhoso ato da masturbação.
Só que na terça-feira eu já não agüentei e bati uma. Na quarta também. E na quinta. Na sexta-feira, dia da festa eu já estava com duas espinhas. Uma na testa e outra gigantesca, bem no meu nariz!
Aí eu aproveitei e bati umas 3 punhetas, só de raiva.
Por que é que tem que nascer justo no nariz??? Não podia ser no cu, onde ninguém vê?
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8 Setembro , 2009
Acabaram-se as suspeitas.
Eu já escrevi uma vez falando sobre a minha dúvida quanto à sexualidade do meu marido.
Ele não transa comigo há meses. Vive batendo punheta. E está sempre saindo com o “amigão” dele.
Pois bem, ontem à noite nós estávamos na sala assistindo TV e aproveitando o feriado quando o celular do meu marido vibrou. Era mensagem. Ele levantou na hora para pegar o aparelho, pra ver se era o amigo dele chamando para sair.
Aí ele leu a mensagem. Deu uma risadinha e guardou o aparelho no lugar.
Eu fiquei maluca, pensei mil coisas! Que podia ser mensagem de alguma puta biscate, que ele tava me traindo. Mas me fingi de desinteressada. Aguentei firme até a hora dele tomar banho.
Quando ouvi ele ligar o chuveiro eu corri, peguei o celular e abri a mensagem.
Estava escrito:
“Edson cu de veludo.”
Fiquei besta quando li isso.
Diante de tantos indícios, acho que isso é uma confirmação das minhas suspeitas.
Por favor me ajudem. Não sei o que fazer. Estou totalmente desgostosa da vida desde então.
Bruna Vilatoro
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31 Agosto , 2009

Meu nome é Marcos, mas vocês podem me chamar de Marquim, tenho 16 anos e quero dar uma dica legal, compartilhar uma coisa que aconteceu comigo.
No começo desse mês eu tava tomando banho e batendo punheta, como de prache.
Mas nesse dia eu admito que empolguei demais. Eu bati uma, tava muito bao, emendei mais outra e fui indo.
Acabou que eu fiquei UMA HORA no banho.
Quando eu saí, lógico que meu pai veio me xingar. Me perguntou que que eu tava fazendo uma hora lá dentro, gritou que eu não tinha responsabilidade, que não era eu quem pagava a conta no final do mês etc.
Então pra me safar eu falei que tinha me dado uma puta caganeira.
Que eu cagava sem parar, tava malzão mesmo.
Meu pai, desconfiado, retrucou:
- Mas eu não escutei barulho de descarga!
Aí eu pensei rápido e respondi:
- Pai, era caganeira, era só merdágua. Eu larguei tudo no ralo!
Meu pai acreditou nessa! HEHEHEH
E eu fiquei o resto do dia no meu quarto fingindo que tava passando mal do estômago.
Bom, taí a minha dica pros companheiros que curtem bater punheta no banho.
OBS: Mas eu aviso que não repitam esse truque muitas vezes, pois semana passada eu fiz ele de novo e meu pai tá preocupado e disse que vai me levar no médico.
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28 Agosto , 2009

Meu nome é Moacir e eu e minha mulher temos um pequeno bazar aqui na nossa cidade.
A gente vende um monte de muamba. Uns chaveiro que dá choque e umas caneta com raio leiser pros pivete e uns Dvds do Roberto Carlos e do Padre Fábio de Melo para as senhoras. Toda semana tem novidade.
Por isso eu estou sempre viajando de ônibus pra Barra Funda e 25 de Março. Pra comprar essas tralhas lá por nada e vender na minha cidade pelo triplo do preço. É assim que se faz.
As viagens até que não saem caro, o que tá me dando prejuízo ultimamente são os banheiros das rodoviárias.
Agora estão cobrando 1 REAL de pedágio pra usar o banheiro, por causa de limpeza e manutenção. Isso é um roubo. Tá complicado.
O problema é que eu sofro da síndrome do ânus mentiroso.
Sempre que eu tenho vontade de fazer cocô, me dá aquele aperto danado e quando eu sento no vaso pra liberar, era só peido.
Isso acontece muitas vezes.
E é muita sacanagem do meu rabo quando eu pago pra cagar na rodoviária e na verdade descubro que paguei pra peidar.
Agora quando eu vejo que isso acontece, eu toco uma punheta pra não ser um real em vão.
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11 Agosto , 2009

Meu nome é Rafael e gostaria de compartilhar com vocês o relato da minha primeira experiência sexual, aos 13 anos, quando eu ainda era um punheteiro viciado em video games.
Eu tinha um Mega Drive e passava as tardes inteiras jogando com meu primo e meu amigo, que eram outros dois mão peluda do caralho.
O melhor jogo de todos era (e ainda é) Street Fighter 2 Turbo. A gente era maluco por esse jogo, eu era muito apelão, escolhia sempre o Fei Long e só mandava especial! hehe
Mas a melhor coisa desse jogo eram as mulheres, claro. A Cammy com aquele maiô e coturno era muito boa. Mas todo mundo vai concordar comigo que a mais gostosa era a Chun Li.
Lembro que quando a gente tava jogando e aparecia a Chun Li, a gente ficava louco.
E quando ela dava aquela sequência de chutes com a calcinha socada na bunda, a gente ficava pausando o jogo pra bater punheta.

Era foda, a maratona de jogo sempre acabava aí. Mas uma dia a gente ficou tão doidão que ficamos com vontade de meter a qualquer custo.
Meu primo, que era o incitador da putaria, pegou meu travesseiro e já ia meter nele quando a gente ouviu um baque na porta do quarto.
Puta queo pariu!!! Nosso coração parecia que ia sair pela boca. Pensei que era minha mãe chegando do serviço. Mas era minha cachorra, Geléia, uma salsichinha marrom e obesa.
Ela estava dando cabeçadas na porta do quarto, querendo entrar. Não havia hora mais inoportuna para fazer isso!
Xinguei a Geléia e fiz ela entrar. Ela entrou toda cabisbaixa e foi pro cantinho dela.
Meu primo, loucão e na estiga, ficou olhando geléia. Pegou ela no colo e ficou admirando a periquitinha dela. Geléia ficou de barriga pra cima, no colo dele, toda sem graça.
- Será que cabe um pinto aqui? – ele perguntou sem tirar os olhos dela.
- Cacete, Michel! Você tá pensando em comer minha cachorra?
- Tô sim, será que dá?
- A gente pode tentar.
Fabinho meu amigo, entrou na brincadeira, disse que pelo menos podiamos tentar fazer a Geléia praticar sexo oral.
- Tá maluco? Vai que ela me morde!? – eu sacaneei.
Eu corri pra cozinha e trouxe um pote de margarina.
Meu primo tomou o pote da minha mão, passou na cabeça do pinto e direcionou ele no focinho de Geléia. Meio desconfiada, ela deu umas lambidinhas. Logo depois ela pegou o jeito, a sem vergonha. hehe
Geléia se revelou a raínha do boquete!
Meu primo estava maravilhado, talvez apaixonado, pois era seu primeiro ato sexual.
Bom, pra resumir, aconteceu que a gente acabou comendo a Geléia. Usamos o pote de margarina pra lubrificar e mandamos ver, revezando na coitada.
Ela parece ter adorado e nós mais ainda, pois naquele tempo era difícil pra cacete comer alguém.
Hoje em dia os moleques de 9, 10 anos já estão comendo as menininhas atrás da escola; hoje tá uma putaria só. Mas naquele tempo Geléia era nossa única salvação.
Tudo o que sei hoje em questão de sexo eu aprendi com Geléia. Ela me ensinou até a beijar. Isso é coisa que a gente não esquece.
Nós abandonamos até o videogame. Nossas tardes a partir de então eram dedicadas as mais variadas formas de prazer com Geléia.
Três anos depois Geléia morreu, ela era bem velhinha já, nem sei quantos anos ela tinha. Então eu tentei fazer meus pais arranjarem outra cachorra. De preferência maior. hehe
Mas acabaram arranjando um cachorro. Até tentei alguma coisa, mas não teve jeito. Fiquei na mão até completar 19 anos quando eu comi uma magrela meio desdentada numa festa da congregação do bairro.
Hoje sou casado e não pratico mais atos de bestialidade.
Sou muito feliz e faço sexo apenas com minha querida esposa.
Seu nome é Regina, mas eu a chamo carinhosamente de Geléia, sem ela saber que é para matar a saudade dos bons tempos.
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30 Junho , 2009

É fim de mês, meu dinheiro acabou porque enfiei ele todo no cu. Admito que 90% foi com cerveja e cigarro, mas foi pra tentar fugir da realidade, dessa vida miserenta filha da puta. Além disso, dinheiro é meu, faço o que eu quero com ele.
Só que agora tô contando moeda pra comprar mais cerveja e ainda é dia 30!
Meu marido é um viado. Vive batendo punheta, assistindo tv e dormindo. Não quer trepar nem sob ameaça de morte. Há meses que não vejo cacete. Tô numa seca desgraçada que ando pensando até em enfiar uma banana na piricota porque meu marido não presta pra nada.
Tô pra ficar menstruada, querendo matar meio mundo, odeio todos , só não mando tomar no cu porque não dá tempo. Tenho que acordar 4h da manhã pra arrumar a bagunça daquele viado, lavar a porra da cueca dele que se fosse de trepar comigo ainda tudo bem, mas não. E aí tenho que sair no escuro pra pegar um ônibus fedorento, cheio de gente feia, pra limpar a casa dos outros enquanto aquele filho da puta não arruma nem a cama depois de levantar e já sai pra beber no boteco.
Agora começa a chover, eu deixei roupa no varal e duvido que aquele vagabundo esteja em casa. Mesmo que estivesse, ele não iria se prestar pra tirar a roupa da chuva.
Já sei que quando chegar em casa vou encontrar tudo molhado, as calças todas caídas do varal, molhadas e pisoteadas pelo cachorro, porque preferi usar meu rico dinheirinho pra comprar cerveja ao invés de comprar prendedor de roupa.
Puta que o pariu. E ainda tenho que comprar o remédio pra não engravidar, que custa 40 reais e já tá acabando! Ele nem trepa comigo, eu tomando anticoncepcional. Ô vida fudida. Mas imagina se eu engravido de um infeliz imprestável desses que tira comida de dentro de casa pra levar pro churrasco com os amigos bêbados???
Em dias assim eu olho várias vezes pro facão que fica em cima do armário da cozinha. Várias vezes.
É em dias assim que eu tenho vontade de me filiar a um grupo terrorista, Al Qaeda, Hamas, Hesbolah, FARC, qualquer um, só pra explodir um prédio cheio de vagabundo punheteiro! Ah se eu pudesse!
E ainda vem imbecil me falar que é TPM! Que a vida não é ruim! Que depois da TPM passa! Outros falam que eu tenho que me benzer, que tô com encosto. Filhos duma puta!
Uma coisa eu digo:
Se eu não conseguir juntar dinheiro pra comprar uma caixa de Antarctica e um maço de Free HOJE… vocês vão ouvir falar de mim. Vocês vão ouvir falar de mim…
Christina.
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12 Junho , 2009

Hoje é dia dos namorados. Mas eu comemorei ontem, que foi feriado, pois hoje tem trampo e não dá tempo pra essas coisas.
Foi por volta de 20h quando decidi que não deixaria esse dia passar em branco. Uma onda de sentimentalismo se apossou de mim, talvez por culpa dos comerciais de Dia dos Namorados, com casais apaixonados e seus presentinhos em 10x sem juros.
Coloquei uma roupa quente porque tava uma friaca e tempo pra chuva.
Sem comprar flores nem nada fui direto pro motel! hehe
Eu não fazia questão de muito luxo, então pedi a suíte mais barata.
Fui entrando e tirando a roupa, o romantismo eu deixaria pra mais tarde.
Liguei a TV e tava acabando um filme, o cara tava acabando de gozar no cu da mina e a outra tava lambendo o que escorria da bunda dela.
Aproveitei pra tomar um banho quente. Fiquei tentando regular aquelas porcarias de registro “frio” e “quente”. Uma hora ficava quente demais, aí eu fechava um e a água ficava gelada. Depois de uns 5 minutos a água ficou na temperatura perfeita para o amor.
Bati uma punheta memorável.
Depois fiquei lá um bom tempo curtindo o momento.
Demorei uns 15 minutos no banho, pois faltava coragem de sair daquele quentinho pra ir buscar toalha.
Quando voltei pro quarto tava começando o filme “A primeira vez da Rita Cadillac”.
Fiquei bolado, pois achei que seria só xana com xana. Ela com outra puta.
Mas não era não. Elas se esfregam um pouco e já chegou um maluco pra apartar a briga de aranha.
O resto do filme é só a Rita dando pra homem, as mesmas posições, sem graça. Ela nem rebolava a bunda (sua marca registrada) no pau deles, ficava parada igual um zumbi enquanto levava vara. Uma merda de filme, mas até que rendeu uma punhetinha sem vergonha.
Liguei na recepção e pedi uma pizza portuguesa, que comi inteirinha com prazer. Odeio dividir pizza com outra pessoa.
Pra acompanhar pedi duas doses de uísque. Aí pedi mais duas pra esquentar de vez. Fiquei bêbado rápido pois, pra não dar muito na cara que eu tava sozinho, eu pedia tudo em dobro.
Depois de encher a cara, meu pau não subiu pra uma terceira punheta e acabei dormindo com ele na mão.
Acordei às 4 da manhã com a cabeça latejando e um puta frio. Pedi um cobertor e me enrolei e caí no sono de novo.
Meu celular me despertou às 7:30h. Eu entro pra trabalhar às 8:10h.
Tomei um banho rápido (sem punheta), me vesti e pedi a conta do motel.
Cheguei no meu serviço com cara de quem “a noite foi boa”. Os outros solteiros punheteiros notaram e devem estar com inveja pensando que trepei muito. hehe
E foi assim que comemorei o Dia dos Namorados. Melhor do que só bater punheta. Pelo menos eu acho.
Estou feliz. Não tenham pena de mim. Vão tomar no cu.
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2 Maio , 2009
Oi, eu sou a Priscila, eu já escrevi aqui sobre o meu marido viciado em punheta.
Estou escrevendo de novo porque aconteceu algo muito pior, não tenho coragem de contar à minha mãe e sei que se eu contar, ela tomará medidas extremas, pois é grave mesmo.
Ontem eu fui visitar minha mãe e meu marido ficou em casa dormindo e assistindo filmes ridículos, como sempre.
Quando voltei, encontrei ele na sala, pelado, sentado no sofá tirando fotos do próprio pinto com a câmera do celular!!!
Eu perguntei pra ele que diabos ele estava fazendo.
Ele respondeu:
- Tô tirando fotos do meu próprio pinto com meu celular.
Meus Deus! Punheta todo o dia já não é mais suficiente pra ele! Ele agora tem que ficar tirando fotos do pinto enquanto se masturba. Isso é completamente doentio. Não sei mais o que eu faço!
Vocês não devem conseguir imaginar como me senti e ainda me sinto. É como uma traição. É horrível.
E a situação continua do mesmo jeito: Nada de sexo.
Quando ele foi tomar banho eu peguei o celular dele. A memória estava lotada dessas fotos.
E então eu vi a coisa mais perturbadora de todas:
Nas mensagens enviadas eu descobri que ele mandou 2 fotos do pinto dele pra um amigo.
Então olhei as fotos dele de novo e percebi que em algumas o pinto é mais escuro. É o do amigo dele. Eles trocam fotos de seus pintos!!!
O mundo acabou pra mim, falando sério. Eu não consigo mais pensar em nada, estou perdendo meu emprego porque não consigo mais pensar direito, pois meu marido é doente.
Desculpem, mas abstinência sexual e a descoberta de que meu marido é um perturbado mental são coisas difíceis para uma pessoa aguentar sozinha
Estou até pensando em suicídio…
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13 Abril , 2009
Oi meu nome é Priscila e estou passando por um problema conjugal. Eu li numa revista que outras mulheres também passam por isso e gostaria de saber como elas resolveram.
É o seguinte:
Meu marido não pode ficar sozinho em casa que ele bate punheta.
Ele não faz sexo comigo há muito tempo e quando fazia, já vinha com o saco murcho.
Eu achava que ele estava me traindo. Mas descobri que ele é um punheteiro numa tarde de segunda-feira quando voltei pra casa do trabalho e encontrei uma toalha suja de porra no banheiro.
Fiquei maluca! Vasculhei a casa toda e percebi que a movimentação predominava na sala.
Os controles espalhados no sofá, a almofada do meio amassada e no DVD tinha um filme. Liguei o Dvd e já começou uma puta gemeção. Era um filme pornô. O desgraçado bateu punheta prum filme pornô sendo que não trepava comigo havia meses!
Guardei a toalha esporreada como prova do crime. E no dia seguinte cheguei antes dele no horário do almoço e me escondi embaixo da cama.
Ele chegou, almoçou, jogou o prato na pia e deitou na cama. Ficou lá peidando em cima de mim por 1 hora e depois levantou e foi embora.
No mesmo dia, antes de dormirmos eu não aguentei e perguntei:
- Você andou batendo punheta?
- Andei nada…
- Então o que é isso??? – falei jogando a toalha suja de porra na cara dele.
- O que é isso? Tá louca?
- Tô, seu punheteiro! Não trepa com a mulher e prefere bater punheta pra filme! Seu punheteiro ridículo! Nojento! Porco!
- Eu me excitei e você não tava em casa…
- Se excitou com as putas do filme, seu desgraçado filho da puta! Seu porco relaxado! Você é doente! Isso é doença, sabia?
Ele não falou mais nada sobre isso. Mas continua batendo punheta quando não estou em casa. Quando ele me liga eu falo: OI PUNHETEIRO. E ele muda de assunto.
Ele tem esposa, gente! Tem buceta a hora que quer!
Eu tô numa seca filha da puta. Mas ele parece um moleque de 13 anos e vive na punheta. O que eu faço?
Existe alguma simpatia pro marido deixar de ser punheteiro?
Aguardo resposta,
Priscila Coimbra
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11 Abril , 2009
Ontem, sexta-feira, feriado fudido, dormi a manhã inteira e depois fiquei vendo putaria na net.
Eu não tinha mais o que fazer em casa, resolvi comer bacalhau na casa da minha mãe. Ela sempre faz bacalhau com batata na sexta-feira santa. Muito bom por sinal.
Liguei pra ela, me autoconvidando, mas ela me xingou.
Disse que eram 15h da tarde, que Jesus tinha acabado de morrer e que era pra eu não sair de casa, ficar enrolado em um pano vermelho até o sábado de Aleluia, pra espantar o mal.
Segundo ela, o Diabo aproveita que Jesus está morto e sai pra fazer a festa pelas ruas, atropela gatinhos, espanca todo mundo com um pé-de-cabra e depois liga Victor e Léo bem alto pra atormentar geral.
Eu falei que tudo bem, aproveitei pra avisar que não ia vê-la na Páscoa e desliguei.
Continuei vendo putaria no PC e então me deu vontade de procurar puta.
Eu só queria não precisar bater punheta, sabe? Só isso.
E estava disposto a pagar no máximo 5 reais pra alguém fazer o serviço por mim.
Na rua tava foda. Tinha algumas piriguetes na praça, mas elas são muito caras. Tem que pagar cerveja, conversar, pagar mais cerveja.
Eu não estava com paciência pra isso.
Então resolvi passar nos favelão. Tinha umas biscatinhas de rua seminuas brincando de prostituta na esquina.
Encostei o carro e perguntei pra uma delas, a melhorzinha (tinha todos os dentes) se ela não queria dar uma volta.
Ela perguntou:
- O que eu ganho com isso?
- O que você quer? – retruquei.
- Um maço de Derby, do azul.
- Feito, entraí.
Levei a sujismunda pra casa. Ela era novinha, magrela e fedia.
Entramos lá, mandei ela logo ir tirando a roupa porque eu realmente não tava com muita paciência.
- Quer se embebedar, tem vinho na geladeira. – falei.
Enquanto isso ela já tinha aberto a geladeira, os armários e estava mexendo no rack da sala.
- Vê se não rouba nada hein sua vadiazinha…
- Tá – ela respondeu.
Peguei ela pelo braço e a levei pro quarto. Dei um tapa na bunda dela, ela achou que eu era o pai dela e revidou com um tapa na minha cara.
Aí fiquei fulo e empurrei a puta com força, ela caiu sobre a cama, quicou e caiu do outro lado, de cabeça no chão.
- Puta que pariu, eu só queria não precisar bater punheta nessa merda de feriado, meu Deus… É pedir demais?
Andei até o outro lado da cama, pra ver se ela estava chorando. Odeio essas coisas. Ela estava lá, caída, imóvel. Não respirava também. A putinha morreu.
“Será?”, pensei. Dei uns chutes. Nada. Morreu mesmo.
Meio nervoso, enchi um copo com vinho. Minha mãe que falou que vinho se bebe na sexta-feira santa. E ela estava certa sobre o capeta estar à solta nesse dia.
Mãe tem sempre razão.
Capeta, né? Diabo, Satanás essas coisas. Foi isso o que eu pensei naquela hora.
Terminei de tomar o vinho e então peguei a defunta pelas pernas. Sem graça ela, nem bunda ela tinha. Peitinhos pontudos e esquisitos.
Enrolei ela num cobertor, tentei dobrar ela no meio, mas ela não era muito flexível.
Então dei uma olhada na vizinhança. Nada. Ou estava todo mundo enrolado num cobertor vermelho, ou tinham saído pra farrear no litoral, onde ninguém conhece Jesus.
Joguei a puta morta no porta-malas e saí com o carro. Tudo parado, tudo vazio, tudo fechado, merda de feriado esse. Só a praça continuava cheia de vadias sugadoras de dinheiro e cerveja.
Acabei desovando a defunta na frente de uma igreja. Tratei de deixá-la com os braços e pernas em posição de cruz e risquei um pentagrama invertido na barriga dela, pra parecer um sacrifício diabólico realizado por algum satanista desocupado e com pressa ao mesmo tempo.
Voltei pra casa e acabei batendo uma punheta mesmo. Fazer o que, né?
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