
Conheci Mírian numa baladinha vagabunda em Jumirim. Músicas ultrapassadas, poucas pessoas esquisitas e poucas drogas. Pra mim isso não é balada.
Na hora em que pus meus olhos sobre Mírian eu tive certeza de que ela estava sob efeito de alucinógenos. Ela estava pulando, mexendo os braços e balançando a cabeça sem parar ao som da música Dona do Roupa Nova.
Pensei que como ela estava doidona, seria fácil chegar nela e me aproximei. Puxei assunto com ela, mas ela não parava de chacoalhar a cabeça um segundo.
Então, num ato de ousadia eu segurei a cabeça dela pra fazê-la olhar pra mim. Ela me olhou nos meus olhos como se tivesse visto um rato atrás da minha nuca e gritou:
- NÃO, EU NÃO QUERO COMPRAR DICIONÁRIO, PORRA!!! SAI DAQUI! SAI!
Todos os casais que estavam dançando agarradinho olharam na nossa direção, assustados e curiosos.
Eu, pra não deixar por menos, respondi:
- EU IA FAZER DESCONTO SUA PUTA!!! – meti a mão na teta dela, bolinei bem bolinado e me virei pra sair da presença daquela vaca.
Na mesma hora ela me puxou pra perto dela e berrou:
- EU QUERO TREPAR COM VOCÊ SEU VIADO!!!
- Você vai ver quem é viado sua puta maluca… – respondi e já puxei a desgraçada pra longe dali pra não passar mais vexame na frente dos outros.
Levei ela até meu carro e fomos pra um motel mulambento. Ela disse que nunca ninguém a tinha levado num motel antes, que as suas putarias sempre ocorreram em locais públicos: praças, parques, monumentos históricos etc.
Respondi que mesmo ela sendo uma vadia, eu a trataria com cortesia. Pensando bem agora essa frase não fez sentido algum, mas eu estava muito excitado.
Ela era gostosinha e havia sido presa fácil.
Eu não conseguia entender porque os outros caras evitavam ela. Ela é ruivinha magrela, mas tem uns peitinhos pequenos legais. Tá certo que ela usa muita maquiagem e se veste como puta, além de não falar coisa com coisa, mas e daí?
Chegamos no motel e tive que tirar ela do carro a força. Ela ficava se segurando no banco.
- Você não quer levar vara, sua piranha?
- Quero, mas você tem que merecer! – ela respondeu toda dengosa.
- O que eu tenho que fazer pra merecer uma puta como você?
- Nada – disse ela – vamos entrar, tá frio pra porra aqui.
Ela saiu do carro, me empurrou contra a parede e foi correndo pra dentro da suíte. Quando a alcancei ela estava pulando em cima da cama gritando e tirando a parte de cima da roupa.
- O que você fumou, cheirou, inalou, ou sei lá?
- Fumei nada! – ela olhou pra porta do quarto como se tentando adivinhar de onde vinha minha voz.
- Então você é louca?
- Você não ia me passar a vara ou algo assim? Então vai logo seu viado!
- Puta! – gritei e corri na direção dela. Dei um tapa na bunda dela e ela me respondeu com um soco no meu nariz. Saiu sangue.
- Sua vaca, isso dói!
- Cala a boca e tira a roupa aí logo.
Ela tirou o resto da sua roupa. Eu tirei a calça, tirei as meias e quando minha cueca tava nas canelas ela me empurrou com toda a força em cima da cama. Fiquei lá jogado de barriga pra cima.
Ela subiu e agarrou meu pau que já tava meio duro. Começou a chupar com força, parecia que tava tentando sugar minha alma pelo meu pau.
A vadia chupava muito bem, mas de vez em quando ela soltava uma risada e mordia a cabeça com toda a força, me fazendo gritar e dar um tapa na cabeça dela.
Então ela começou a engolir inteiro. Uma delícia. Ela tentava a todo custo engolir tudo. Mais fundo. Conseguiu engolir tudo e ficou parada com ele na garganta um bom tempo.
Aí ela fez uma careta e quando foi tirando da boca ela vomitou em cima do meu pau.
Um monte de vômito. Era um líquido meio rosado, parecia que ela tinha tomado sorvete de açaí ou de uva. Ela vomitou mais um pouco, umas três vezes em cima de mim. E dava risada disso! Eu comecei a ficar enjoado de ver aquela nojeira toda. Quase vomitei também.
E quando eu ia levantar pra me limpar ela me empurrou pra baixo e começou a chupar meu pau vomitado.
Chupava com vontade, engolindo o vômito tudo de volta. Lambia os respingos rosados da minha barriga e parecia estar sentindo prazer nisso.
Aí sim eu vomitei. Em cima de mim mesmo. Muito nojento lembrar disso. Meu peito ficou amarelo enquanto minha virilha tava rosada.
Ela subiu em cima de mim e começou a beber o vômito do meu peito e a querer me beijar.
Percebendo que eu não tava em condições de beijar, ela resolveu montar no meu pau.
Subiu nele e começou a cavalgar; ele endureceu de novo e, resolvi esquecer toda a nojeira trepando.
Ela gritava coisas sem sentido, subia e descia bem rápido e com toda a força, esfolando o coitado, mas tava gostoso.
Aí uma hora ela parou. Ficou olhando pra mim, a maquiagem toda borrada, a cara toda lambuzada de vômito, ela sorria.
Nesse momento comecei a sentir um quentinho molhado lá embaixo e percebi que ela tava mijando em mim.
O fedor azedo de mijo subiu e eu empurrei a porca nojenta pra fora da cama.
Ela caiu ainda mijando e ficou lá no chão urinando no carpete da suíte, gargalhando que nem uma desvairada.
- Sua porca! Puta porca nojenta! Você é doente, sabia? – berrei pra ela.
- Eu sabia que você era viado! HAHAHA! Viadinhooo!
Eu tava limpando a nojeira de mim com uma toalha, olhei bem pra ela e perguntei:
- Eu como você do jeito que você quiser, mas eu tenho que ser vomitado e mijado pra provar pra você que não sou viado?
- Não – ela respondeu.
- Então o que eu tenho que fazer? Me diz.
- Deixa eu cagar na sua boca?
Eu fiquei com mais nojo ainda.
- Só assim pra eu te provar que não sou viado?
- EU QUERO CAGAR NA SUA BOCA. AGORA! EU PRECISO.
Eu não devia estar totalmente lúcido, isso é óbvio.
Eu tinha bebido umas, mas não tanto. Realmente não tem explicação. Mas eu deixei ela cagar na minha boca.
Deitei novamente na cama. Na parte ainda limpa da cama. Ela caminhou em cima do colchão vomitado e parou em cima da minha cabeça. Se agachou com a bunda bem na minha cara e começou a fazer força.
- LAVAI! LÁ VAI! LAVAI! – ela gritava, a voz saía espremida pela força que ela estava fazendo.
Então ela soltou um peido na minha cara.
- Tá vindo, eu tô sentindo!
- Vai logo, porra!
Ela se agachou mais e a bunda dela tocava minhas bochechas. Eu não sabia o que fazer, abri minha boca.
A bosta saiu rápida e entrou na minha boca. Era quente. Eu não sabia que bosta era quente assim.
Na mesma hora ela se virou e me deu um beijo de língua, bem profundo, na tentativa de alcançar o cocô.
- Eu te amo. Ah e meu nome é Mírian – ela me disse, com um pedacinho de bosta na boca.
Eu não tenho palavras pra descrever o que penso sobre essa noite. Nem quero mais pensar nisso.
Apenas gostaria de expressar que merda não tem gosto tão ruim assim. Recomendo.
Obrigado pelo espaço,
André Vilago Lopes.